Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador EUA. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de junho de 2021

O DRAGÃO E A PEDRA NO SAPATO By J.E. Conti


O DRAGÃO E A PEDRA NO SAPATO  By J.E. Conti

15 de abril de 2021


Quando morei na China, no final da década de 1980 e início dos anos 1990, pude ver com meus olhos o início do crescimento daquele país.


A cultura chinesa regada pela docilidade de um povo que há mais de 4 mil anos vive sob domínio dos imperadores, a maioria déspota, permitiu que a troca pelo regime comunista não fizesse qualquer diferença para eles, exceto em Hong Kong e Macau, onde os ventos de liberdade sopraram com maior velocidade.


Mas o mundo desenvolvido (Europa e Estados Unidos) percebeu que poderia usar a China a seu favor. Enquanto um engenheiro europeu ganhava 5 mil dólares por mês para trabalhar

36 horas por semana, um chinês trabalharia com muita vontade até 80 horas por semana,  em troca de apenas 50 dólares mensais (como não é um país cristão, lá não existe domingo). Era um sonho para as empresas mundiais.


Estados Unidos e Europa investiram trilhões de dólares na China por mais de 20 anos seguidos, fazendo com que a economia chinesa crescesse a gigantescas taxas de 12% a 15% ao ano por décadas. Chegamos à década de 2010 com a China ultrapassando as potências europeias e asiáticas e se tornando a segunda potência mundial.


Isso acendeu uma luz nas nações mais desenvolvidas, que decidiram reduzir os investimentos na China e os transferiram para a Índia. Entretanto, o ritmo alucinante do crescimento chinês ainda levou alguns anos para sentir o redirecionamento dos investimentos, reduzido “suavemente” dos 15% para algo em torno de 6%. A Índia

agora é a bola da vez, com a economia crescendo a estonteantes 10% ao ano.

Mas as nações desenvolvidas não consideraram dois pontos básicos: ambos os países (China e Índia) possuem uma população acima de 1,3 bilhão; e também precisam de muita comida para alimentar sua população.


Uma pequena ascensão social de 10% da população, por conta do aumento de oportunidades de trabalho e renda, representa toda a população de vários países europeus.


Isso tem levado os chineses e indianos a “invadirem” os países mais pobres, sejam da Ásia ou da África para, à semelhança do que a Europa fez nos séculos passados, explorar todas as riquezas desses países pobres. Se apenas 1% dos 10% mais ricos desses países

resolvessem investir seus lucros na Europa ou EUA poderiam criar (e têm criado) problemas no sistema bancário mundial. A China hoje já possui mais de 4 trilhões de dólares em títulos do tesouro americano e investimentos diversos em países pobres (Brasil, inclusive) acima de 1,5 trilhão de dólares.


Os indianos e chineses (mais estes), que prezaram pouco pela ética ou valores morais judaico-cristãos (são países onde o cristianismo é minoria), encontraram nos países pobres um “ambiente” amigável para praticar seu esporte favorito: a corrupção.


Os chineses, há mais tempo no mercado e com menos problemas de consciência, conseguiram dominar mais áreas na África. Porém, para prover comida, a joia da coroa era a América do Sul, sendo o Brasil a mais preciosa. Novamente, por uma mistura de ideologia e corrupção, a China tem levado vantagem sobre a Índia. Vários países latinos já estão beijando os pés chineses, pagando seus empréstimos com comida e matéria-prima subvalorizadas.


Mas o sonho de consumo dos chineses sempre foi o Brasil. Tudo estava indo bem, mas quando os chineses finalmente resolveram comprar o Brasil, eis que os brasileiros, alheios a tudo o que se passava no mundo, resolveram colocar Bolsonaro na presidência. O problema é que os governos passados prometeram mundos e fundos para os chineses, que pagaram grandes lotes de propina na esperança de garantir comida e recursos naturais por mais 500 anos. Agora, mesmo comprando muitas terras, cooperativas

agrícolas, empresas, portos, ferrovias, etc., suas atividades a cada dia estão mais restritas no Brasil. A xenofobia está à flor da pele.


A realidade é que os chineses estão sofrendo na América do Sul. Investiram muitos bilhões na Venezuela, confiantes no petróleo, mas a produção de 3,5 milhões de barris diários caiu para 400 mil. Na Argentina, com a crise do coronavírus, a queda na produção foi de mais de 40%, ou seja, não tem comida para pagar os empréstimos. Pelo lado americano e europeu, a pressão está cada dia maior e os acordos comerciais que privilegiavam a China nos mercados mundiais estão, um a um, sendo revisto com sérios prejuízos para os chineses. Até Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, continuou a política restritiva americana com a China (e ainda chamam o Trump de nacionalista).


A pergunta de 1 trilhão é: Qual será a consequência disso tudo para a China e a

Índia? As questões comerciais dos chineses com europeus e americanos são o menor dos problemas. A questão “custo” ainda será importante por algum tempo, logo a China conseguirá vender seus “xing-lings” por um bom tempo. Mas o gargalo será arranjar comida para quase 3 bilhões de pessoas (China + Índia), que estão ficando um pouco mais ricas e exigindo um pouco mais de comida em seus pratos.


Será que os dois maiores produtores de alimento do mundo (EUA e Brasil) vão dar colher de chá para China e Índia? Acho muito difícil, ainda mais se Bolsonaro conseguir um novo mandato de mais quatro anos. Daí, a urgente necessidade de evitar, a “qualquer custo”, sua reeleição.


O grande problema é que a crise alimentar já está batendo à porta e esperar mais seis anos será uma eternidade. Estados Unidos e Europa consomem aproximadamente 40%

de todos os alimentos produzidos no mundo. Se considerarmos os grandes países da Ásia (Japão, Coréia, Malásia, etc), já teremos mais de 70% dos alimentos produzidos

comprometidos. Como alimentar com 30% os 50% restantes da população do mundo?


Não tem mágica nem matemática. Em pouco tempo, teremos fome nesses pobres países ricos. Estamos falando de muitos milhões de pessoas sem comida suficiente para viver.

Consegue entender agora a razão de todo esse esforço da China, aliada aos governadores de esquerda, para destruir o governo Bolsonaro? É uma questão de sobrevivência.


Só resta a China, e por tabela a Índia, tomar o maior celeiro de comida do mundo. Se não tomarem o Brasil, além de boa parte da população desses países passar fome, o preço das commodities vai disparar nos mercados mundiais. Recentemente, o presidente Emanuel Macron disse que vai separar áreas na França para plantar soja. Hoje, isso parece uma piada, pois o custo de 1 tonelada de soja na França deve ser 30 vezes maior que no Brasil. Mas, e daqui a 10 anos quando faltar soja no mercado? Macron pode ser tudo, menos louco.


Atualmente, poucos países, como o Brasil, EUA, Canadá e Argentina, conseguem alimentar sua população e essa situação deve perdurar por muitos anos. O Brasil está em uma situação muito privilegiada, pois usamos apenas 16% de nosso território com a agricultura e pastagem para gado. Podemos ainda crescer 100%, sem comprometer qualquer sistema ecológico.


Por qualquer ótica que se tente resolver essa questão chamada “comida” passaremos pelo Brasil e todos sabem disso, daí a luta da Europa e dos Estados Unidos, por exemplo, para impedir que nossa agricultura cresça usando como argumento a destruição da Amazônia. Querem destruir (ou pelo menos tentar) aquele que será o maior celeiro do mundo até 2030. Mas a pedra no sapato chama-se Bolsonaro e a direita brasileira.


Creio que tanto Estados Unidos quanto Europa deveriam tratar melhor o Brasil. É a única chance que possuem para dobrar o grande dragão, exceto se, mais uma vez, a China resolver eliminar 20% da sua população, já que o vírus chinês não conseguiu matar nem 1% da população mundial.


Resumo: se a China comprar o Brasil, o mundo passará fome. Se não comprar, a China passará fome. Nada é impossível para esse país onde morrer pela nação é um ato heroico para o pobre povo chinês. Por isso tudo é possível, não duvidem.


Espero que o Brasil se prepare e, para o bem do mundo, que os chineses, os governadores e políticos corruptos, junto com a imprensa ideologicamente comprometida e parcial, não consigam derrubar Bolsonaro, acelerando a mudança da cor da nossa bandeira para vermelha com estrelas. O que a falta de comida no prato pode fazer no mundo!


J. E. Conti

(joeconti@uol.com.br) é engenheiro, consultor de negócios, escritor e empresário.

domingo, 24 de janeiro de 2021

O PRIMEIRO DIA DE JOE BIDEN DEU INÍCIO AO FIM DOS ESPORTES FEMININOS.


O PRIMEIRO DIA DE JOE BIDEN DEU INÍCIO AO FIM DOS ESPORTES FEMININOS.


Uma ordem executiva cria competição exigindo que os meninos biológicos possam competir com as meninas.


 Em meio a conversas no Dia da Posse sobre tetos de vidro estilhaçados, na quarta-feira (20/1/2021) o presidente Biden desferiu um golpe mortal nos direitos das mulheres e meninas: a Ordem Executiva de Prevenção e Combate à Discriminação com Base na Identidade de Gênero ou Orientação Sexual.  No primeiro dia, o Sr. Biden colocou todos os esportes femininos e espaços seguros para mulheres na mira do estado administrativo.


 A ordem declara: “As crianças devem ser capazes de aprender sem se preocupar se não terão acesso ao banheiro, vestiário ou esportes escolares.  .  .  .  Todas as pessoas devem receber tratamento igual perante a lei, independentemente de sua identidade de gênero ou orientação sexual. ”


 A ordem executiva de Biden é muito mais ambiciosa. Qualquer escola que receba financiamento federal - incluindo quase todas as escolas públicas de ensino médio - deve permitir que meninos biológicos que se identificam como meninas nas equipes esportivas femininas ou enfrentar uma ação administrativa do Departamento de Educação.  Se esta política fosse amplamente adotada em antecipação aos regulamentos que sem dúvida estão a caminho, o que isso significaria para os esportes femininos ?


 "Acabado.  Feito ”, disse-me a treinadora olímpica de atletismo Linda Blade.  “As habilidades de liderança, todos os benefícios que a sociedade obtém ao permitir que as meninas tenham sua categoria protegida para que a competição seja justa, todos os avanços dos direitos das mulheres - isso vai ser reduzido.” Blade observou que os pais de meninas adolescentes geralmente não têm interesse em assistir suas filhas desmoralizadas pela flagrante injustiça de uma competição fraudulenta.


 Em outras palavras, as meninas competirão com os meninos nascidos biologicamente que se identificarem como meninas e vice-versa.  E de qualquer forma todos podem usar o banheiro de sua escolha em escolas financiadas por dinheiro federal (todos contribuintes).


 Tradução de Josimar Salum


 Fonte: Wall Street Journal (22 de janeiro de 2021)


 #JSalum

BILHETE DE TRUMP PARA BIDEN: FATO OU MITO?



BILHETE DE TRUMP PARA BIDEN: FATO OU MITO?


Geralmente um presidente dos Estados Unidos que está saindo deixa uma carta para o que está entrando. Presidente Trump deixou somente um bilhete para Joe Biden: “20 de Janeiro de 2021. Joe, você sabe que eu venci. Donald J. Trump. Presidente dos Estados Unidos da América. “ #JSALUM

JOE BIDEN TOMOU POSSE COM A MÃO SOBRE A BÍBLIA.


JOE BIDEN TOMOU POSSE COM A MÃO SOBRE A BÍBLIA.


E dias depois tirou os Estados Unidos da Aliança Mundial contra o Aborto, cancelando a decisão da administração anterior. 


“Tendo aparência de piedade, mas negando o seu poder. Afaste-se desses também.” 2 Timóteo‬ ‭3:5‬


E com esta decisão Joe Biden e Kamala Harris liberaram assim mais de 9 bilhões de dólares para financiar dentre outros procedimentos de “saúde” abortos à vontade ao redor do mundo, especialmente para matar crianças negras em todo o Continente Africano. 


E você, votou, apoiou e ainda celebra a vitória deste Herodes como Presidente dos Estados Unidos e esta Jesabel como dia Vice.


Ah! Vai argumentar que Trump era isto e aquilo ... Não aprovo como profeta de Deus nem segundo casamento de cônjuges vivos: é adultério! 


“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus.” 1 Coríntios‬ ‭6:9-11‬ 


Financiar oficialmente matança ou genocídio de meninos e meninas  é sacrificar crianças no altar de Moloque! Jesus, tenha misericórdia desta nação americana!  

 

“Embora conheçam o justo decreto de Deus, de que as pessoas que praticam tais coisas merecem a morte, não somente continuam a praticá-las, mas também aprovam aqueles que as praticam.” Romanos‬ ‭1:32‬ ‭NVI‬‬


Josimar Salum

#ASONE


“O novo coronavirus matou um milhão e oitocentos mil pessoas no mundo em um ano. É bastante coisa. O ABORTO mata em média CINQUENTA E SEIS MILHÕES DE DE CRIANÇAS por ano. O primeiro chamam de pandemia do século. O segundo chamam de direito.” 


Paul Washer

#ASONE

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

JOE BIDEN É ELEITO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS.


JOE BIDEN É ELEITO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS. 

13/1/2021

AS FORÇAS ARMADAS AMERICANAS REPRESENTADAS PELOS SEUS OFICIAIS MÁXIMOS EMITIU UMA NOTA QUE AFIRMA QUE NO DIA 20/1 PRESIDENTE ELEITO JOE BIDEN E A VICE PRESIDENTE ELEITA KAMALA HARRIS TOMARÃO POSSE.


Não se iluda!  Embora muitos crentes com Biblias debaixo dos braços que se identificam como pró-vida tenham vendido sua alma e destino por uma tigela de sopa podre, há um remanescente que permaneceu na luta espiritual.  Esta luta não é em favor de um homem, mas para tomar uma posição ousada e corajosa em nome dos valores divinos, nossos filhos, a alma de nossa nação e do mundo.  [Mateus 11:12 desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus tem sido sujeito à violência, e pessoas violentas (bravos e corajosos guerreiros de Deus estão atacando). Aqui está uma citação de Margaret Thatcher "Você  pode ter que lutar uma batalha mais de uma vez para vencê-la”


#JSALUM #ASONE

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

CONGRESSO CERTIFICA VOTOS DO COLÉGIO ELEITORAL PARA BIDEN


CONGRESSO CERTIFICA VOTOS DO COLÉGIO ELEITORAL PARA BIDEN


O Congresso na quinta-feira, 7/1/2021, certificou o voto do Colégio Eleitoral dos EUA em Joe Biden em uma eleição obscurecida por uma série de alegações de irregularidades e fraude eleitoral.


Em uma contagem lida pelo vice-presidente Mike Pence, Biden obteve 306 votos eleitorais, enquanto o presidente Donald Trump obteve 232. A sessão conjunta do Congresso foi concluída após uma tumultuada tarde de quarta-feira, onde um grupo de manifestantes invadiu o Capitólio dos EUA enquanto legisladores debatiam se deveriam rejeitar votos para o Arizona.


Não está claro quem instigou a violação do edifício do Capitólio.


Logo após a certificação, Trump divulgou um comunicado em que prometia uma transição ordenada em 20 de janeiro.


“Embora eu discorde totalmente do resultado da eleição e os fatos me confirmem, haverá uma transição ordeira em 20 de janeiro.  Sempre disse que continuaríamos nossa luta para garantir que apenas os votos legais fossem contados.  Embora isso represente o fim do maior primeiro mandato da história presidencial, é apenas o começo de nossa luta para tornar a América grande novamente! ” Trump disse em sua declaração.


A agitação civil obrigou as duas casas do Congresso a suspender suas sessões e fez com que os legisladores se abrigassem no local, atrasando a sessão por várias horas. Os legisladores retomaram o processo de contagem de votos eleitorais por volta das 20h00.


Os legisladores republicanos conseguiram lançar objeções às contagens eleitorais do Arizona e da Pensilvânia, forçando ambas as casas do Congresso a se retirarem para suas respectivas câmaras a fim de debater as razões para contestar os votos.  Mas ambas as câmaras acabaram por votar para rejeitar o desafio para ambos os estados.


Para os votos do Arizona, o Senado votou de forma esmagadora 93-6 contra a contestação dos votos, enquanto a Câmara votou 303-121.  Da mesma forma, para a Pensilvânia, o Senado votou 92-7 contra a objeção, enquanto a Câmara votou 282-138.


Fonte: The Epoch Times 


Tradução: Josimar Salum

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

OPINIÃO: ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DOS EUA - O QUE PODE E DEVE ACONTECER 6 DE JANEIRO. Rick Green


OPINIÃO: ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DOS EUA - O QUE PODE E DEVE ACONTECER 6 DE JANEIRO. Rick Green


As notícias estão mudando a cada hora com relação aos eventos de 6 de janeiro, quando os votos eleitorais presidenciais serão oficialmente abertos e contados em Washington, DC. Considerando as ações judiciais pendentes, os precedentes históricos conflitantes, a ambigüidade das disposições constitucionais relevantes e a Lei de 1887 da Contagem Eleitoral que é a pior lei escrita na história da humanidade; não tenho certeza se alguém no planeta pode prever o que acontecerá em 6 de janeiro.


Mas aqui estão as opções mais prováveis ​​que podem surgir.


Opção um, apenas alguns republicanos têm a coragem de lutar pela Constituição e se opor à ilegalidade. Suas objeções são ignoradas e os negócios continuam normais em D.C., já que os resultados declarados pela mídia são carimbados pelo Congresso e metade do país fica com muito pouca fé de que ainda somos uma república constitucional. Este cenário premiaria Biden com a vitória. Mas com 140 representantes republicanos e agora vários senadores republicanos anunciando que contestarão os resultados, esse cenário parece relativamente improvável.


A segunda opção é o Congresso tentando seguir a Lei da Contagem Eleitoral de 1887, que é vista universalmente como um estatuto federal incompreensível e inconstitucional por muitos especialistas e acadêmicos. Nesse cenário, as objeções às disputas de votos eleitorais fazem com que a Câmara e o Senado debatam o assunto separadamente em suas próprias câmaras.


Isso leva a alguns discursos inflamados e obriga cada membro do Congresso a declarar seu apoio ou oposição ao perigoso precedente criado pelos esquemas eleitorais inconstitucionais em alguns estados. Mas, no final, ambas as câmaras votam para contar os eleitores Biden certificados pelo governador de cada um dos estados suspeitos, embora a Constituição não preveja tal padrão ou processo.


No próximo cenário, o Senado rejeita milagrosamente os estados contestados, a Câmara argumenta que ambas as câmaras devem rejeitar ou então os eleitores são contados e todos esperam que o Supremo Tribunal decida.


O recurso da ação de Gohmert chega ao mesmo tempo e a Suprema Corte figurativamente divide o bebê, declarando a lei de 1887 inconstitucional por tentar retirar os poderes constitucionalmente garantidos por uma lei federal em vez de uma emenda constitucional.


Mas para que a Constituição não seja seguida e Trump obtenha um segundo mandato, o tribunal determina que apenas a Pensilvânia será o cordeiro sacrificial e seus 20 votos eleitorais rejeitados devido à votação inconstitucional que ocorreu. Este gesto simbólico deixa Biden com os outros votos dados ilegalmente e o suficiente para ainda quebrar 270 para a vitória.


Na última opção, o Vice-Presidente Pence, na qualidade de Presidente do Senado com poderes pela 12ª Emenda da Constituição como presidente da mesa, tem autoridade para abrir e contar as cédulas e escolher se deseja ouvir as objeções ou não. Há precedentes para essa abordagem, com ex-vice-presidentes tendo rejeitado arbitrariamente as objeções dos membros e decidido por conta própria se contariam as cédulas contestadas.


Jefferson em 1800, Nixon em 1961 e Gore em 2001 aceitaram ou rejeitaram as chapas de eleitores contestadas sem nenhuma contribuição do Congresso. Nesse cenário, Pence poderia, como presidente do Senado, rejeitar todos os sete estados com eleitores duplos e o caos se seguiria. Com 84 votos eleitorais retirados, Pence declara que Trump ganhou a “maioria de todo o número de eleitores escolhidos”, com seus 232 votos sendo a maioria dos 453 eleitores restantes.


Mas muito poucos esperam que Pence siga esse curso, especialmente depois que ele se opôs ao processo de Gohmert, embora essas ações possam ser defendidas de forma absolutamente histórica, constitucional e legal.


O que deveria acontecer


Embora essas sejam todas opções, a verdadeira questão é: o que deve acontecer?


Uma abordagem equilibrada seria o vice-presidente Pence exercer parte de suas obrigações de acordo com a Constituição, mas deixar a decisão final para o Congresso.


Primeiro, Pence declara que tem dois grupos de eleitores de sete estados e precisa de mais evidências para decidir qual deles contar, se houver. Ele reconhece as objeções de 140 deputados e uma dúzia de senadores. Pence então permite que senadores e congressistas apresentem evidências e testemunhos antes da Sessão Conjunta, ou segue a solicitação de 2 de janeiro por uma dúzia de senadores para ter uma audiência de emergência de 10 dias para investigar.


Em segundo lugar, após uma revisão justa das evidências, Pence declara que é óbvio que alguns estados foram incapazes de determinar quem realmente ganhou os votos legais expressos em seu estado e, embora o precedente histórico e a 12ª Emenda o autorize a tomar a decisão por conta própria, ele  deseja cumprir o mais razoavelmente possível com a Lei da Contagem Eleitoral de 1887 e busca a contribuição da Câmara e do Senado.


Como presidente, ele instrui a Câmara a votar de acordo com a 12ª Emenda, que é 1 voto por estado. Ele instrui ambas as câmaras a votarem sobre uma recomendação para rejeitar ou aceitar cada um dos 7 estados em questão. Ele informa a Sessão Conjunta que, em qualquer caso em que ambas as câmaras decidam aceitar ou rejeitar, ele o fará;  mas em qualquer caso em que a Câmara e o Senado discordem, ele tomará a decisão final.


Por último, se nenhum candidato tiver 270 depois de todas as cédulas terem sido contadas ou rejeitadas, então questões legítimas serão levantadas imediatamente se o “número total de eleitores escolhidos” deve permanecer 538, uma vez que os estados disputados “escolheram”, mas não foram contados.


Uma vez que há precedente histórico para alterar o denominador desta equação e mantê-lo o mesmo, Pence, como Presidente do Senado, determina que o número inteiro permanece 538 e se ninguém ficar acima de 270, a 12ª Emenda exige uma eleição contingente  na Câmara, com cada estado recebendo um voto. Com os republicanos detendo a maioria dos estados, Trump vence.


Todos esses são cenários que podem acontecer, e alguns deles absolutamente devem acontecer.


Infelizmente, a fé na espinha dorsal dos funcionários republicanos está em baixa, mas talvez em 6 de janeiro a coragem será contagiosa e todos seremos surpreendidos por líderes ousados ​​que defendem o Estado de Direito e a Constituição.


O ex-representante do estado do Texas, Rick Green, é um especialista constitucional, advogado e fundador da Patriot Academy.


Fonte: The Epoch Times


Tradução: Josimar Salum

TRUMP: "ESPERO QUE MIKE PENCE AJA POR NÓS.”



TRUMP: "ESPERO QUE MIKE PENCE AJA POR NÓS.”


O presidente Donald Trump disse na segunda-feira que espera que o vice-presidente Mike Pence faça mais do que apenas desempenhar um papel cerimonial durante a sessão conjunta do Congresso para contar os votos do Colégio Eleitoral em 6 de janeiro.


“Espero que Mike Pence aja para nós. Espero que nosso grande vice-presidente aja  por nós. Ele é um cara ótimo. Claro, se ele não fizer, eu não gostarei muito dele”, Trump disse a uma multidão em um comício na Geórgia.


Um grupo crescente de deputados e senadores republicanos anunciou sua intenção de contestar os votos do Colégio Eleitoral em estados onde os resultados das eleições são disputados por alegações de irregularidades e fraude eleitoral. Os legisladores, até 6 de janeiro, têm escolhido lados neste último esforço para garantir que as alegações de fraude eleitoral sejam tratadas de forma transparente e independente.


Treze senadores republicanos expressaram sua intenção de participar dos esforços, e pelo menos 55 membros republicanos da Câmara se comprometeram a se opor às votações contestadas em 6 de janeiro, de acordo com uma contagem do Epoch Times. Enquanto isso, mais de duas dezenas de legisladores republicanos também disseram que não participarão dos esforços.


Pence, que presidirá a sessão de 6 de janeiro, fará a leitura dos votos eleitorais para todos os 50 estados. Seu papel durante a sessão foi fortemente debatido nos últimos dias, enquanto Trump e seus aliados esperam que o vice-presidente rejeite a lista de eleitores para estados contestados.  Enquanto isso, os críticos disseram que o papel de Pence é simplesmente ministerial, pois ele só tem a capacidade de contar os votos, mesmo se tiver preocupações sobre sua validade.


Em um evento de campanha separado na Geórgia na segunda-feira, Pence disse a uma multidão que promete a Trump e os republicanos "terão nosso dia no Congresso".


Vamos ouvir as objeções. Vamos ouvir as evidências ”, disse Pence, sem entrar em detalhes sobre o papel que planeja desempenhar.


A assessora jurídica da campanha de Trump, Jenna Ellis, sugeriu que Pence poderia atrasar a certificação dos votos do Colégio Eleitoral e pedir às legislaturas dos seis estados contestados que determinem qual lista de eleitores deve ser selecionada.


As atuais chapas com votos eleitorais do candidato democrata à presidência Joe Biden foram certificadas pelos governadores.  Eleitores republicanos em sete estados deram votos alternativos para Trump em 14 de dezembro.


Os críticos argumentaram que a estratégia de pressionar o Congresso a adotar votos eleitorais republicanos alternativos é um tiro no escuro, já que os votos alternativos não foram autorizados por funcionários estaduais.


Na segunda-feira, Loeffler anunciou que uniria os esforços para desafiar os votos eleitorais em 6 de janeiro.


As eleições são o alicerce de nossa democracia e o povo americano merece estar 100% confiante em nosso sistema eleitoral e seus resultados. Mas agora, dezenas de milhões de americanos têm preocupações reais sobre a forma como a eleição presidencial de novembro foi conduzida - e eu compartilho suas preocupações ”, disse o senador da Geórgia em um comunicado.


Fonte: The Epoch Times 


Tradução: Josimar Salum

domingo, 3 de janeiro de 2021

ELEIÇÕES USA: PENCE SAÚDA OS ESFORÇOS DOS LEGISLADORES PARA OBJETAREM A VOTOS NO COLÉGIO ELEITORAL EM JAN. 6


ELEIÇÕES USA: PENCE SAÚDA OS ESFORÇOS DOS LEGISLADORES PARA OBJETAREM A VOTOS NO COLÉGIO ELEITORAL EM JAN. 6


O vice-presidente Mike Pence disse que dá as boas-vindas aos esforços dos legisladores para desafiar os resultados do Colégio Eleitoral na próxima sessão conjunta do Congresso em 6 de janeiro, quando os votos são contados formalmente, de acordo com um novo comunicado.


O vice-presidente-chefe da Casa Civil, Marc Short, divulgou a declaração a seus jornalistas ontem, dizendo que Pence, que presidirá a sessão de 6 de janeiro como presidente do Senado, está aberto a considerar as objeções planejadas por deputados republicanos e senadores aos votos do Colégio Eleitoral para o candidato presidencial democrata Joe Biden.


Short acrescentou que o vice-presidente também agradece os esforços dos legisladores em apresentar evidências de irregularidades eleitorais e supostas fraudes de eleitores perante o Congresso durante aquela sessão.


“O vice-presidente Pence compartilha das preocupações de milhões de americanos sobre fraudes e irregularidades eleitorais na última eleição”, disse Short em um comunicado enviado aos meios de comunicação.


Isso aconteceu depois que um grupo de 11 senadores republicanos anunciou sua intenção de contestar os votos do colégio eleitoral dos estados contestados no início do sábado. O grupo, liderado pelo senador Ted Cruz (R-Texas), disse que a eleição de 2020 "apresentou alegações sem precedentes de fraude eleitoral, violações e aplicação frouxa da lei eleitoral e outras irregularidades na votação".


As alegações de fraude e irregularidades nas eleições de 2020 "excedem qualquer coisa em nossas vidas", disseram eles, acrescentando que essa "profunda desconfiança" dos processos democráticos dos EUA "não desaparecerá magicamente" e "deve preocupar a todos nós", sejam eleitos ou não  funcionários ou jornalistas acreditam nas acusações.


“Isso representa uma ameaça contínua à legitimidade de quaisquer administrações subsequentes”, escreveram os senadores em sua declaração, enquanto conclamavam o Congresso a nomear uma comissão eleitoral para conduzir uma auditoria emergencial de 10 dias dos resultados das eleições.


Eles acrescentaram que pretendem se opor aos votos, a menos e até que a auditoria de emergência de 10 dias seja concluída.


O grupo inclui Sens. Ron Johnson (R-Wis.), James Lankford (R-Okla.), Steve Daines (R-Mont.), John Kennedy (R-La.), Marsha Blackburn (R-Tenn.),  e Mike Braun (R-Ind.).  Enquanto isso, a sens eleita Cynthia Lummis (R-Wyo.), Roger Marshall (R-Kan.), Bill Hagerty (R-Tenn.) E Tommy Tuberville (R-Ala.) Também planejam se juntar. Eles farão o juramento no domingo, vários dias antes da sessão conjunta.


O anúncio significa que estes senadores pretendem se opor às votações eleitorais contestadas em 6 de janeiro.


O senador Josh Hawley (R-Mo.) foi o primeiro senador a anunciar seus planos de objeção no início desta semana e estima-se que quarenta e cinco membros da Câmara planejam se opor aos votos eleitorais, Times.


As objeções durante a sessão conjunta devem ser feitas por escrito por pelo menos um membro da Câmara e um senador. Se a objeção de qualquer estado atender a esses requisitos, a sessão conjunta faz uma pausa e cada casa se retira para sua própria câmara para debater a questão por um máximo de duas horas. A Câmara e o Senado então votam separadamente para aceitar ou rejeitar a objeção, o que exige uma votação majoritária de ambas as câmaras.


Se ambos os candidatos receberem menos de 270 votos eleitorais em 6 de janeiro, uma eleição contingente será desencadeada na qual a delegação de cada estado na Câmara dos Representantes dos EUA lança um voto em bloco para determinar o presidente, enquanto o vice-presidente é decidido por voto  no Senado dos EUA.


Democratas e vários senadores republicanos se opuseram aos planos de contestar os resultados do colégio eleitoral. Os republicanos Sens. Pat Toomey (R-Pa.) E Lisa Murkowski (R-Alaska) emitiram declarações no sábado para reafirmar seu apoio de que apoiariam os votos do colégio eleitoral que foram lançados para Biden.


Os senadores republicanos reconheceram em sua declaração no sábado que esperam que os democratas e alguns republicanos votem contra eles, mas acrescentaram que “o apoio à integridade eleitoral não deve ser uma questão partidária”.


Uma auditoria justa e confiável, conduzida rapidamente e concluída bem antes de 20 de janeiro, melhoraria dramaticamente a fé dos americanos em nosso processo eleitoral e aumentaria significativamente a legitimidade de quem quer que se torne nosso próximo presidente.  Devemos isso ao povo ”, disseram os senadores republicanos.


Isso aconteceu depois que muitos aliados do presidente Donald Trump pediram a Pence que rejeitasse votos eleitorais de estados em disputa. Na sexta-feira, um juiz rejeitou uma ação movida pelo deputado Louie Gohmert (R-Texas) e outros republicanos contra Pence (num processo amigável) solicitando que o tribunal concedesse ao vice-presidente "autoridade exclusiva e critério exclusivo para determinar quais votos eleitorais contam para um determinado estado" em 6 de janeiro.


Fonte: The Epoch Times 


Tradução: Josimar Salum

terça-feira, 15 de dezembro de 2020

ENSAIO SOBRE FATOS E ACONTECIMENTOS QUE ENVOLVEM AS ELEIÇÕES AMERICANAS. RESPONDENDO ESTA QUESTÃO: O QUE VOCÊ PESSOALMENTE ACHA QUE IRÁ ACONTECER NOS ESTADOS UNIDOS OU QUEM GOVERNARÁ O PAÍS NOS PRÓXIMOS 4 ANOS? BY JOSIMAR SALUM -15/12/2020 - 12 PM



ENSAIO SOBRE FATOS E ACONTECIMENTOS QUE ENVOLVEM AS ELEIÇÕES AMERICANAS. RESPONDENDO ESTA QUESTÃO: O QUE VOCÊ PESSOALMENTE ACHA QUE IRÁ ACONTECER NOS ESTADOS UNIDOS OU QUEM GOVERNARÁ O PAÍS NOS PRÓXIMOS 4 ANOS? BY JOSIMAR SALUM -15/12/2020 - 12 PM


INTRODUÇÃO 


Em Fevereiro deste ano de 2020 meus sobrinhos Andre, Marcos e Sarah estavam comigo quando fui pregar numa igreja em Framingham, estado de Massachusetts, Estados Unidos, quando se começava a falar sobre a pandemia do novo coronavirus. Disse na pregação que - foi uma opinião, não foi uma profecia - que em alguns meses logo não falariam mais nisto. Mas eu não sabia que era uma pandemia fabricada, uma agenda oculta estava em ação, estes vírus haviam sido engenhados em laboratório na China, que uma nova versão de guerra mundial estava se desvendando, que estávamos entrando numa terceira guerra mundial sofisticada em diferentes perspectivas, não convencional. Foi uma opinião baseada em parcos conhecimentos de fatos. Sim, uma terceira guerra mundial, não convencional, diferente, inédita. Isto é tão plausível que hoje mesmo uma destas vacinas que está sendo testada foi fabricada por uma tecnologia de engenharia genética. Um vírus de contaminação que foi modificado geneticamente ou criado “in vitro” carece de uma vacina engenhada geneticamente. 


Este é um novo admirável mundo que não há como entender direito por tamanha ignorância de tudo nossa, não só do que realmente está acontecendo, como do que ainda será revelado. O futuro mais sombrio de ficção científica está se descortinando diante de nós com surpresas mais assustadoras que as anteriores.


Estou dizendo isto primeiro para afirmar que hoje, nossas opiniões são meras deduções ou criativas previsões. Não temos dados, informações abrangentes, conhecimento profundo e verídicos para chegarmos à conclusão alguma que seja sensata, reflita os acontecimentos e muito menos seja precisa. 


A ELEIÇÃO DE JAIR BOLSONARO NO BRASIL


Quanto à eleição do Bolsonaro, estava comigo meus sobrinhos com o irmão mais velho Filipe em Juiz de Fora. Eu já havia perguntando a Deus há semanas quem seria o próximo Presidente do Brasil e Ele não respondia. Poucos dias antes Rodrigo, meu cunhado, que também estava conosco de passagem em Juiz de Fora, do Rio para Belo Horizonte, havia ouvido eu dizer na varanda da casa de minha mãe em Cisneiros que eu estava preocupado, porque Deus não havia dito quem seria eleito presidente do Brasil naquela eleição. Parecia que algo sinistro estava para acontecer, algo muito sério. Então estávamos em Juiz de Fora e “coincidentemente” no mesmo horário que estávamos almoçando, Bolsonaro, agora Presidente, sofreu o atentado à facada. Praticamente morreu. Sem sabermos ainda, logo saímos em viagem e na estrada, Filipe recebeu a notícia, umas 15:20 H, paramos o carro para orar. Eu perguntava incessantemente se Bolsonaro morreria e Deus falou: “Ele não morrerá, mas viverá e verá a Minha bondade na terra dos viventes.” 


O atentado foi na quinta feira, 6 de Setembro de 2018, por volta de 3 da tarde. Deus só veio a me dizer que ele seria o Presidente, de domingo à segunda seguinte, dia 9 à 10/9 quando ele estava ainda entre à morte e a vida, no Hospital Albert Einstein em São Paulo. 


A ELEIÇÃO DE DONALD TRUMP


Na eleição de 2016 Deus me disse claramente, no dia em que Trump assegurou a sua candidatura pelo Partido Republicano, era 21/7/2016, por volta de 7 da noite: “Donald J. Trump será o próximo presidente dos Estados Unidos.”


Tinha tanta certeza disto que passei a apregoar esta palavra mesmo quando toda a mídia, as divulgações de pesquisas e a grande maioria das opiniões diziam que isto não seria possível. 


Desta vez, em 2020, Deus não me disse que Donald Trump seria reeleito, mas também não disse que Joe Biden seria o Presidente dos Estados Unidos. 


Quando Deus fala é muito claro, e se há uma previsão clara sem nenhuma condição, simplesmente acontece como Ele falou. 


“E se disseres no teu coração: Como conheceremos a palavra que o Senhor não falou? Quando o tal profeta falar em nome do Senhor, e tal palavra se não cumprir, nem suceder assim, esta é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou o tal profeta; não tenhas temor dele.” Deuteronômio‬ ‭18:21-22‬


Não posso deixar de registrar aqui as profecias do falecido Kim Clement que desde 2008 e em anos mais recentes havia não só profetizado a eleição de Trump quanto seu segundo mandato. E de dezenas de outros profetas, conhecidos e respeitados, de que Trump seria reeleito e de um especificamente que conheço pessoalmente, Lance Wallnau, que disse que seria reeleito depois de passar por um teste de fraudes que seria cometido contra ele, e a Suprema Corte iria definir as eleições.


Pois bem, estas são ainda profecias. E provavelmente a partir de 20 de Janeiro de 2021 saberemos se foi Deus mesmo quem falou ou não! 


A RESISTÊNCIA 


Com base nas imprecisas informações que tenho, e baseado no desenrolar dos últimos acontecimentos e na leitura das estratégias e caminhos jurídicos diversos que o time de conselheiros legais de Trump estão tomando posso descrever o seguinte: 


O Colégio Eleitoral reuniu-se em 14/12/2020 e Joe Biden foi eleito Presidente com 306 votos e Trump obteve 232. Porém 5 estados além de votarem para Joe Biden também votaram em Donald Trump: Pensilvânia 20, Geórgia 16, Nevada 6, Arizona 11 e Michigan 16. Um total de 69 votos foram também dados a Trump e serão reportados para o Congresso no dia 6 de Janeiro de 2021. Isto significa que 69 votos serão  disputados quando o Congresso se reunir. Para ser eleito o candidato precisa de 270.


É como se Biden tivesse hoje 237 votos e Trump 232. E que 69 votos não pudessem ainda ser computados nem para um nem nem para o outro porque foram dados em dobro. O Congresso precisará definir isto em 6/1/2021.


Em 16/10/2020 a Agência de Notícias Reuters publicou um texto muito bizarro 'Eleitores em duelo' representam risco de impasse eleitoral nos EUA’. Digo que é bizarro como se já naquela altura já estivessem prevendo que algo assim poderia acontecer. 

O que são eleitores em duelo? Explica o artigo. 


“Estados com disputas acirradas entre o presidente republicano Donald Trump e seu rival democrata Joe Biden poderiam produzir listas de eleitores concorrentes, uma certificada pelo governador e a outra pelo legislativo. O risco de isso acontecer é maior nos estados de campo de batalha de Michigan, Pensilvânia e Wisconsin (segundo a análise do autor naquela ocasião)  que têm governadores democratas e legislaturas controladas pelos republicanos. Alguns especialistas em direito eleitoral estão preocupados com o fato de um volume sem precedentes de votos enviados e contestações legais atrasar o resultado da eleição por semanas, criando um longo período de incerteza. Trump disse repetidamente que a eleição é fraudada e fez “ataques infundados à votação pelo correio”, que tende a favorecer os democratas. 


[ “Ataques infundados” estão entre aspas, porque disputamos esta afirmação de que são verdadeiramente infundadas. A mídia diz que é infundada, o Presidente diz que não é. Meras opiniões? Quem tem autoridade para dizer se são ou não? A empresa que noticia? Os “fact checkers” que trabalham para o Google, Facebook, Instagram, Twitter? ]


 “Se os resultados iniciais mostrarem uma vantagem de Trump, os especialistas dizem que o presidente poderia pressionar as legislaturas controladas pelos republicanos a nomear eleitores favoráveis ​​a ele, alegando que a contagem inicial de votos reflete o verdadeiro resultado. Os governadores desses mesmos estados podem acabar apoiando uma lista separada de eleitores prometidos a Biden se a contagem final mostrar que o candidato democrata venceu.”


Isto é muito sério. Como podiam prever esta possibilidade? Que informação esta gente tinha? Já sabiam dos planos e ações para fraudarem as eleições em diferentes frentes como de fato ocorreram mesmo e a mídia convencional jura de pés juntos que é tudo falso? Não estava tudo sob controle? Como sem nenhuma evidência ao contrário poderiam afirmar que as afirmações de fraudes seriam infundadas? Como ignoraram o relatório de Müller sobre a acusação falsa de conluio da campanha de Trump com os russos? Quando os fatos foram apurados e mostraram exatamente que tinha sido o Partido Democrata que havia comentado um conluio? Que o próprio governo Obama havia espionado a campanha de Donald Trump? 


Há julgamentos em vários níveis hoje! Na esfera da mídia, na esfera política, na esfera da Justiça que também de justiça não tem nada, pois juízes apontados por democratas tendem a favorecer decisões de governantes democratas e juízes apontados por republicanos tendem a favorecer governantes republicanos. 


Há ainda uma narrativa de que Trump poderá se candidatar em 2024, nada o impede, e por aí a mídia convencional vai repetindo uma gama de argumentos soltos (parecem soltos, mas não são) para que a população desavisada vá repetindo como um mantra. Tudo faz parte de um grande esquemão para fraudar, negar, convencer a opinião pública e mover adiante também “o mecanismo” do Deep State.


HÁ UMA CONSPIRAÇÃO EM CURSO SENDO EXECUTADA NOS ESTADOS UNIDOS?


Grandes organizações, políticos, entidades, indivíduos, chefes de estado, bilionários como Bill Gates, Mark Zuckerberg, Jeff Bestos, George Soros, este último afirmou há meses que em Janeiro de 2021 “não iria sobrar nem fumaça de Donald Trump” (parafraseando), todos sabiam muito bem o que estavam planejando concordantemente. 


Imagine se fosse o contrário! Que Biden tivesse sofrido “suspeitas”

de fraudes e que Trump tivesse sido oficialmente “eleito”? 


A mídia convencional estaria em completo tumulto e estaria dando cobertura total e ampla de todos os acontecimentos. Mas ao contrário nega tudo. Eu mesmo fiz minha pesquisa pessoal nas manchetes de grandes jornais e revistas e a manchete de cada um era a mesma, mesmas palavras. O que ocorre é que a mídia convencional que consiste em praticamente todos os grandes jornais e canais de televisão, com as empresas de comunicação como Google, Facebook, Twitter, Instagram, You Tube, etc ignoraram totalmente qualquer notícias sobre as fraudes que ocorreram em vários estados. Estão não somente alinhadas no mesmo país, mas em todo mundo. 


Esta é a mesma linha de intervenção que ocorre quando a OMS - Organização Mundial de Saúde prescreve uma diretriz e todo os governos dos países seguem, ao ponto do STF brasileiro determinar ao governo soberano do Brasil seguir a norma, mesmo que não queira. E há politicamente quem controle a OMS, que tem uma agenda própria, como sabidamente a China que a controla. Há uma ordem mundial clara que está sendo há anos orquestrada, costurada, negociada, e espaços nas hostes mundiais sendo ocupados para chegarem ao mesmos objetivos. 


Mas fraudes nas eleições do país mais livre e exemplo de democracia do mundo? Isto aqui não é opinião. Fraudes aberrantes ocorreram nestas eleições. São fatos que pessoalmente verifiquei com base em depoimentos ao vivo e documentos publicados pela imprensa e departamentos oficiais do governo e da Justiça. As máquinas da Dominium e Smartmatic são uma fábrica de fraudes. Empresas privadas que são contratadas por governos por bilhões de dólares que irão ser justas e honestas? Quem em sã consciência acredita nisto? Mas nem é preciso descrer! São provas cabais de que são máquinas fraudulentas que se forem realmente analisadas pelos tribunais vão implodir todo o sistema eleitoral de países pelo menos de última década para cá!


Eu pergunto. Como pode tecnologia, máquinas e serviços de empresas privadas determinarem quem será o próximo presidente dos Estados Unidos? Só de pensar nisto sofro calafrio ... Como isto pode ser possível? Que compromisso quaisquer empresas destas teriam com os fatos e a verdade? E isto é tremendamente assustador quando se começam a vislumbrar descobertas de quem sejam seus proprietários. 


É algo tão colossal e que envolve centenas de frentes que os fraudadores não conseguiram imaginar que haveriam estruturas suficientes para combater tudo isto ao mesmo tempo. E em alguns casos fraudaram com leis inconstitucionais previamente aprovadas em virtude da pandemia do vírus chinês, vírus do PCC - Partido Comunista Chinês, que “coincidentemente” foi “liberado” por acidente para contaminar especialmente as democracias do mundo. 


Isto tudo sem contar, o que acompanhei em tempo real no dia da eleição e as apurações que se seguiram pela madrugada. Matematicamente, estatisticamente e os fatos que ocorreram desde a madrugada e a manhã após a eleição são tão absurdos que não há como negar que houveram num curso de 12 horas não poucas, mas muitas fraudes. Escancaradas. Isto é mostrado em vários gráficos reais que demonstram o fluxo de votos de um candidato e de outro, como Trump deixou de ser o vencedor iminente para “perder” sem sentido horas depois. Não há lógica no mundo que consiga explicar isto: e só não interessa observar quem realmente não quer. 


ENTRE O OFICIAL E A VERDADE. 


Joe Biden não foi eleito Presidente dos Estados Unidos. Nem Kamala Harris a sua Vice. 


A maciça, constante e repetitiva cobertura da mídia e das grandes empresas de tecnologia somados ao nocivo, manipulador e vergonhoso “fact checkers” que elas mesmas dispõem, influencia a opinião até daqueles que se consideram os bem informados. 


Verificadores de fatos (Fact Checkers) postam seus vereditos abaixo das notícias ou opniões que lhe são contrários. As postagens que alcançam maior abrangência são apagados sumariamente e seus autores são limitados ou expulsos de suas plataformas. E tudo isto é feito

por “organizações de esquerda”, que já estão propensas a rejeitarem, que não estão ávidas pela verdade, mas são parte do conglomerado de instituições que seguem a narrativa e conluio para estabelecerem os seus objetivos globalmente. 


Notícias são lidas por todos estes canais de uma só fonte, baseadas em um só script, literalmente, por todos os jornais, programas e shows. Já assisti vídeos que mostram claramente isto como um fato incontestável. É preciso subir as montanhas bem acima das nuvens negras para observar de um modo geral o que ocorre no mundo. 


Sem entender como tudo isto funciona você e eu ficaremos repetindo palavras que servem apenas para uniformizarem a população inteira como uma boiada insana e um rebanho adestrado por seres perversos que se levantam como deuses. 


MINHA OPNIÃO.


A palavra clara que o Senhor me deu no dia 4/11, um dia após a eleição, quando assistia aflito o que estava sucedendo foi clara: “Wait ... Espere ...” Em inglês e em português. E não há nada novo depois daquele dia! 


Mas o que, segundo minha opinião, irá ocorrer de desfecho destas eleições presidenciais nos Estados Unidos?


1. Mais fatos novos incontestáveis irão surgir no âmbito da Justiça que é a única plataforma com autoridade para determinar o destino de qualquer apuração de fatos que tenha alguma consequência. Até chegar a Suprema Corte. A Suprema Corte não decidiu o processo do Texas com base no mérito, mas no processo. A mídia divulgou que a Suprema Corte atestou com isto que não houve fraude. Mentira! Mais uma!


2. Presidente Trump está terminando de colocar no lugar homens de sua confiança em posições estratégicas no Governo para estabelecer a Lei e a Ordem quando os distúrbios sociais estourarem nas ruas nas primeiras semanas de Janeiro de 2021. Uma das últimas posições foi a demissão de William Bar (ele não pediu demissão, foi demitido) como Procurador Geral - equivalente ao nosso Ministro da Justiça, assumindo o General Jeff Rosen da linha de sucessão. 


3.  No dia 6/1, data da abertura e contagem oficial dos votos no Congresso dos EUA, alguns estados terão votos de duas chapas de delegados, como já descrevi. Uma chapa votando em peso no Biden e outra chapa votando em peso no Trump. Para resolver o impasse, o presidente do Senado (Mike Pence, atual Vice Presidente que é também o Presidente do Senado) vai precisar se pronunciar. Na minha opinião, ele vai levar a questão para votação na Câmara, seguindo a 12ª emenda: nesse caso, seria um voto por estado (o conjunto de deputados de cada um dos 50 estados têm direito a um único voto). Como os republicanos têm o voto de 26 estados, Trump venceria. E o Senado escolheria o Vice Presidente atual, o próprio Mike Pence. A maioria do Senado está para ser decidida pela Geórgia no dia 5/1. Hoje já eleitos nas últimas eleições, são 50 senadores republicanos e 48 senadores democratas. Se a Geórgia eleger 2 democratas haveria um empate e o próprio Mike Pence decidiria a escolha de si mesmo como Vice Presidente?


4. Quando a Suprema Corte decidiu 7 X 2 não julgar o caso do Texas, eu conclui naquele momento que Donald Trump tinha somente 1% de chance de continuar como Presidente dos Estados Unidos, mas não estava certo de que Joe Biden assumiria a presidência por muito tempo. E hoje, por incrível que possa parecer, chances são de 50 x 50.


Joe Biden, para mim, é um “Manchurian Candidate.” “Um candidato da Manchúria é uma pessoa, especialmente um político, sendo usado como uma marionete por uma potência inimiga”, neste caso, a China. O termo é comumente usado para indicar deslealdade ou corrupção, seja intencional ou não. Mas este ponto soará como uma grande teoria conspiratória. Sinceramente, não me importo! 


Donald Trump, neste processo, foi abandonado politicamente por dezenas de políticos republicanos. Mas segue avançando. Nunca vi coisa igual. Resiliência assim é raríssima. Sua agenda e ações nos últimos quatro anos alinharam-se com tudo o que eu esperava pessoalmente. 


Donald Trump e Mike Pence lutaram   firmemente contra o maior inimigo da humanidade, o Radicalismo islâmico, praticado por milhões e milhões de pessoas em todo o mundo. Em 6 meses de sua administração praticamente exterminou mais de 30 mil integrantes do Estado Islâmico (ISIS).


Defenderam os valores pró-vida e pró-casamento - o casamento como uma união exclusiva entre um homem e uma mulher e nesta agenda nomearam três novos juízes na Suprema Corte comprometidos com a Constituição em seu significado original e com a restauração e preservação de nossas liberdades individuais. O maior feito de sua administração. 


Promoveu a diminuição do Estado que se tornou muito intrusivo e opressor na época de Obama e Biden (nos últimos 8 anos antes de Trump assumir) e promoveu o combate mais rigoroso de toda a corrupção no Governo deste país nas últimas décadas. Não houve nenhum caso de corrupção financeira neste Governo. Contudo, o “Deep State” precisa ainda ser vencido e o “swamp” (lamaçal) de Washignton drenado. 


Desenvolveu uma política externa pró-Israel jamais vista em todas a história do país. 


Houve o maior crescimento econômico como resultado do fomento do empreendedorismo, da proliferação de pequenos negócios e praticamente o fim do Obama Care (extremante custoso para a classe média, um desastre mesmo).


Enfim, há muita gente boa enganada, confusa e que apenas repete o que ouve, assisti, vê. Assim eu assisti alguém vibrando e festejando a eleição de Biden porque ele irá salvar o planeta do aquecimento global, por exemplo, e outro porque irá legalizar por anistia a todos os imigrantes indocumentados do país, mesmo que a plataforma de seu governo endosse o aborto (assassinato) de mais de 60 milhões de crianças nas últimas décadas nos  Estados Unidos. Porque vai continuar promovendo ainda mais abortos de crianças até um dia antes de nascer e até matar bebês que sobreviveram ao aborto. Uma crueldade e perversidade assim parece surreal.


A confusão das pessoas geram suas opiniões e suas preferências e isto vem da narrativa abundante da mídia convencional que apenas segue a agenda da “Nova Ordem Mundial” que promove desinformação, informações completamente falsas e manipulação em massa. 


Não sou defensor de Donald Trump e de Mike  Pence por eles mesmos, mas pelo que representam. Suas agendas representam a maior inciativa pro-valores de família, da vida, da liberdade e do mercado livre e de verdadeira Justiça social fundamentados na Constituição mais justa da face da Terra. 


Contudo, nós sabemos que todos passam, todos os governantes passam. Impérios surgiram e desapareceram em toda a história, mas Jesus, Seu Reino e Sua Igreja têm permanecido para sempre. Porém, enquanto podemos lutar pela Justiça e pela Verdade, faremos. 


#ASONE

sábado, 12 de dezembro de 2020

ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DOS ESTADOS UNIDOS E A DECISÃO DA SUPREMA CORTE. NÃO É O FIM. Por George Wetherby Jr, in 12/12/2020


ELEIÇÃO PRESIDENCIAL DOS ESTADOS UNIDOS E A DECISÃO DA SUPREMA CORTE. NÃO É O FIM.  Por George Wetherby Jr, in 12/12/2020

 É longo, mas leia! Então o Scotus (Suprema Corte) disse que não. Eles não ouvirão o caso. (11/11/2020). Você provavelmente está chateado agora porque achava que o Scotus ia tomar este caso. Alguns de vocês podem atestar isso, mas eu declarei algumas vezes que o Scotus podia jogar este caso fora e que, se o fizessem, Trump para início da conversa nunca teria precisado deles. Isto é fácil para explicar. 


Quando se trata de eleições, não há autoridade mais alta ou final do que as legislaturas do Estado. Não, nem mesmo o Supremo Tribunal tem a palavra final nisso, acredite ou não. 


Em tudo isso onde está Trump? Ele está quieto. Onde está Sidney Powell? Lin Wood? Rudy? Jenna? Uma hora passou e ninguém disse nada no twitter sobre isso. E se eu dissesse que Trump sabia que este caso seria jogado fora? Ele tinha que saber disso e eu vou te dizer por quê. 


Um dos advogados de Trump é a esposa de Mark Levin. Os Levin são as principais autoridades sobre lei constitucional. Por que isso é importante? Porque o processo do Texas era fraco. Seu argumento era realmente fraco, tão fraco que ambos os Levin teriam dito a Trump dias atrás que esse caso não ia ser ouvido. Na verdade, Mark Levin disse que não seria ouvido em seu show de rádio ... durante toda a semana e ele estava certo. 


Juiz Alito esteve  certo em sua decisão. Ele argumentou que o estado do Texas não era, em tantas palavras, tão sério sobre uma resolução quanto fingiu ser. Ele disse que não estava "interessado" em resolução real ... e ele estava certo. Ele afirmou que, assim como no Arizona vs Califórnia 589 U.S., onde contestaram sobre a distribuição sobre a água do rio Colorado, as ações de que estado não podem distinguir as ações de outro. Em outras palavras, o Texas não pode dizer que eles foram injustiçados porque votaram para Trump e Pensilvania votaram para Biden, mesmo que as leis fossem ilegais. 


Um estado não pode ditar as ações de outro estado, caso contrário, teríamos precedência para nenhuma individualidade dos estados. Todos eles disputariam assuntos até que todos os Estados tivessem as mesmas leis ... portanto, simulando uma regulamentação federal onde se torna nacional. 


O Scotus não pode definir essa precedência. O que seria o próximo? Califórnia processando Nevada por ter incentivos fiscais mais favoráveis, atraindo as empresas da Califórnia para se registrar lá em vez da Califórnia, dispersando os outros contribuintes e programas na Califórnia que precisam dos dólares fiscais (por exemplo)? 


Você tem alguma ideia de quão ruim seria fazer essa precedência? Quando não há competição, há tirania. 


O estado do Texas produziu um argumento fraco. Trump sabia disso, mas ele ainda a empurrou. Por quê? Estratégia legal. Aqui está o que quero dizer ... 


No processo legal, o acusador tem a maior quantidade de pressão no caso. O acusado é inocente por padrão, então toda a pressão de provar está sobre o acusador. Ao mesmo tempo, se o juiz jogar o caso do acusador com preconceito, o acusador não pode trazer essa reclamação novamente. O que estou dizendo é, o maior risco para um caso é se tornar o promotor. De fato, é mais fácil se defender do que provar que a pessoa que você acusou é culpada. 


É longo, mas eu estou indo para algum lugar ... então quem quer que o caso primeiro corra o maior risco de perder antes que eles tenham a chance de lutar. 


Por que isso é importante? Porque Trump tem uma chance melhor de ganhar isso como um réu do que ele como acusador. 


Agora vem a boa parte ... Eu disse isso mil vezes e vou dizer de novo. Trump não precisa dos tribunais para ganhar! Ele só precisa das legislaturas estaduais fazerem seus trabalhos! E se ele receber uma audiência do Scotus, é apenas uma cereja no topo do bolo. 


Agora deixe-me dizer o que está prestes a acontecer. Eu pensei por um tempo que uma das duas coisas aconteceria. 


1, Scotus ouviria este primeiro elenco. 


2, Scotus não ouviria o primeiro caso, mas eles podem ou não ouvir o segundo caso. 


Estamos tendo este bate-papo porque a opção 1 não aconteceu. Então aqui está o que vai acontecer. 


As legislaturas do Estado vão sentir-se como se tivessem sido ignoradas, e em 6 de janeiro de 2021 (quando o Congresso  conta os votos), as legislaturas do Estado mudarão suas certificações para Trump, esses 4 estados  - Michigan, Geórgia, Pensilvânia e Wisconsin (talvez até Arizona e Nevada também). Isso causará uma batalha jurídica interna dentro dos Estados. 


No artigo 2.º, parágrafo 2 da Constituição, as legislaturas do Estado têm a palavra final sobre quem querem certificar como vencedor dos seus estados. Bem, isso vai irritar os governadores que certificaram ilegalmente os Estados e as leis estaduais promulgadas ilegalmente que tiram os poderes das legislaturas estaduais do artigo 2.º parágrafo 2. 


Os estados dirão "Temos o direito, não estamos recuando" e a Promotor Geral do Governador dirá "Vejo você no tribunal". 


Agora vem aquele segundo cenário que falei. O Scotus estará em uma sinuca de bico. Ele não têm autoridade para dizer às legislaturas estaduais para ignorar a constituição e seguir a lei federal. A lei federal é automaticamente substituída pela Constituição. Então eles podem fazer uma das duas coisas. Considerar o caso e não importa o que eles decidam, as legislaturas do Estado podem ignorá-lo, uma vez que eles têm direitos constitucionais. Ou o Scotus pode fazer o que eu acho que eles vão fazer ... lançar o caso fora. Agora você não pode dizer que o Scotus foi politizado desde que eles jogaram fora os dois casos. Mas em rejeitar o caso, eles legitimam as decisões do Legislativo do Estado. Trump vence. 


Mas e se eles tomarem o caso? Ok. Lembre-se quando eu disse que é mais difícil ganhar como um acusador do que é como réu? Bem, a Procurador Geral da Pensilvânia (por exemplo) terá que explicar por que e como qualquer lei federal pode substituir a constituição. 


Eu estou apostando que 5 desses juízes discordarão disso e eles podem literalmente citar a constituição como precedência e autoridade final. Trump vence. 


Eu acredito que o Scotus vai ficar fora disso por uma questão de não mostrar parcialidade. 


Mas se eles se envolverem, será depois de 6 de janeiro, onde existirá uma crise constitucional no país e, em seguida, precisará intervir e resolver o assunto em 3 possíveis maneiras. 


1, ignora as queixas, Trump vence ... 


2, considera o caso, invalida as eleições, dá a Casa Dos Representantes dos Estados Unidos para votar ... Trump vence como temos uma maioria dos estados de 26 ou ... 


3, assume o caso, pedir uma auditoria e recertificação em todo o país. Com toda a fraude ..... Trump vence. 


No final, Trump vencerá. Você pode jogar estes dados quantas vezes quiser. A Constituição vencerá esta eleição para Trump.

———————

Não conheço o autor, mas achei muito interessante em compartilhar o texto. Como disse no artigo anterior, um dos caminhos para Trump e já está em curso, apelar para as legislaturas (como assembleias legislativas estaduais) para examinarem as provas e testemunhas das fraudes.


Se o Scotus tivesse escutado o caso do Texas não teria sido debatido nada em relação as fraudes. 


Tradução e Edição: Josimar Salum 


#FreeUSA

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

SUPREMO TRIBUNAL REJEITA PROCESSO ELEITORAL DE TEXAS 11/12/2020 7:00 PM



SUPREMO TRIBUNAL REJEITA PROCESSO ELEITORAL DE TEXAS 11/12/2020 7:00 PM


 A Suprema Corte dos EUA rejeitou na sexta-feira o processo do Texas para contestar os resultados das eleições de 2020 em quatro estados de batalha.


 Em uma ordem 7-2, os juízes negaram o pedido do Texas para processar a Pensilvânia, Geórgia, Michigan e Wisconsin, opinando que o Estado da Estrela Solitária carecia de legitimidade sob a Constituição.


 O Texas não demonstrou interesse judicialmente reconhecível na maneira como outro estado conduziu suas eleições ”, dizia a ordem. “Todas as outras moções pendentes são rejeitadas como discutíveis.


 O juiz Samuel Alito discordou, dizendo que “Em minha opinião, não temos discrição para negar o ajuizamento de agravo em um caso que se enquadra em nossa jurisdição original. ... Eu, portanto, aceitaria a moção para apresentar a petição, mas não concederia outra tutela, e não expresso qualquer opinião sobre qualquer outra questão. ”


 O juiz Clarence Thomas juntou-se a Alito em sua dissidência.


 Está praticamente acabado para Donald Trump.  Resta a Suprema Corte de Wisconsin que decidiu ouvir o caso sobre fraude eleitoral e algumas legislaturas que estão ouvindo os argumentos da Campanha Trump.


 Fonte: Epoch Times / Fox News

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

A GRANDE VIRADA PARA EXPOR A CORRUPÇÃO NAS ELEIÇÕES DOS ESTADOS UNIDOS - RUDY GIULIANI: LEGISLATURAS DE 3 ESTADOS PODEM MUDAR ELEITORES DE COLÉGIO ELEITORAL


A GRANDE VIRADA PARA EXPOR A CORRUPÇÃO NAS ELEIÇÕES DOS ESTADOS UNIDOS - RUDY GIULIANI: LEGISLATURAS DE 3 ESTADOS PODEM MUDAR ELEITORES DE COLÉGIO ELEITORAL


O advogado do presidente Donald Trump, Rudy Giuliani, disse no domingo (6/12/2020)que as legislaturas no Arizona, Geórgia e Michigan podem acabar decidindo quais eleitores são enviados ao Colégio Eleitoral, sugerindo que isso pode acabar na Suprema Corte dos EUA.


Giuliani disse que as legislaturas controladas pelo Partido Republicano nos três estados poderiam votar no envio de sua própria lista de eleitores, observando que tal movimento é apoiado na Constituição dos EUA.  Tanto Giuliani quanto a advogada de Trump, Jenna Ellis, fizeram lobby junto às legislaturas estaduais nos últimos dias para reafirmar seu poder de escolher seus próprios eleitores devido a evidências de fraude durante a eleição de 3 de novembro.


O ex-prefeito de Nova York disse ao Fox Business no domingo que os legisladores da Geórgia "iniciaram uma petição para realizar sua própria sessão, o que eles estão autorizados a fazer segundo a Constituição", acrescentando que os membros do Partido Republicano estão "enojados" com as evidências que foram mostradas durante  uma audiência na semana passada.


No programa, Giuliani fez referência ao vídeo de vigilância da State Farm Arena em Atlanta, que mostrava funcionários eleitorais retirando contêineres pretos sobre rodas debaixo de uma mesa depois que observadores eleitorais e funcionários eleitorais foram mandados para casa.  Embora as autoridades eleitorais estaduais tenham dito que o processo não era incomum, eles ainda não responderam às principais questões levantadas pela equipe de Trump ao apresentar o vídeo.


 Eles são a primeira legislatura a fazer isso agora ”, disse ele sobre a Geórgia.  “Este é um papel constitucional que os fundadores (referência aos “founding fathers”. - os pioneiros que fundaram e escreveram a Constituição do país)  deram ao nosso legislativo.  Eles são os únicos que devem selecionar o presidente, não os governadores, não o conselho eleitoral.  São eles que têm a obrigação constitucional de decidir sobre os eleitores. ”


 Michigan está considerando a mesma coisa ”, disse Giuliani.  “Eles não estão tão adiantados, mas estão elaborando algo agora, e o Arizona também, então esses três ... podem muito bem acabar na frente da legislatura para decidir quem são os eleitores”.


 Na entrevista, Giuliani disse que se pelo menos uma “dessas legislaturas estaduais mudar os eleitores com base em sua própria análise, é claro que isso será levado à Suprema Corte e o a Suprema Corte Federal terá que decidir se foi feito de maneira razoável, racional, ou arbitrariamente - esse é o padrão. ”


 Em cada caso, cada uma dessas legislaturas tem mais do que o suficiente para sustentar o desafio da Suprema Corte ”, acrescentou Giuliani.


 Os legisladores do estado da Pensilvânia enviaram na semana passada uma carta aos membros do Congresso da Pensilvânia para se opor à votação do Colégio Eleitoral do estado durante a Sessão Conjunta do Congresso em 6 de janeiro de 2021, alegando que a legislatura estadual não tem o poder de escolher eleitores na Pensilvânia.


______


“WOW! Carta de mais de 76 membros da legislatura da PA (Pensilvânia) pedindo ao Congresso que rejeite os eleitores da PA.  O foco está nas múltiplas violações do Artigo II, Seç.  1, Cl.  2 pelo Governador Democrata e Secretário de Estado Democrata. - Mark Levin.”


Este é um passo real e decisivo para o resultado da Pensilvânia que deu a vitória para Biden seja anulado. Um pastor amigo me enviou nesta noite esta mensagem: “A Paz do Senhor pastor Salum, o senhor tem alguma esperança de que a suprema corte possa levar em consideração as denúncias de fraudes e mudar essa situação?” 

Minha resposta antes de publicar o texto acima: “100%. Paz!” 


E depois destas notícias: “100%. Sem dúvida.”


Depois de assistir e tomar conhecimento de horas de testemunhos e provas de fraudes na Pensilvânia, Arizona, Nevada, Geórgia, Pensilvânia, Michigan e até Wisconsin, é revoltante, interessa que este material irá chegar na Suprema Corte. E a mídia extrema que nega dia após dia quaisquer evidências será chocada quando tudo isto se tornar judicial. 


Josimar Salum 

#FreeUSA

terça-feira, 1 de dezembro de 2020

ELEIÇÕES 2020: OS LEGISLADORES DO ARIZONA SOLICITAM RESOLUÇÃO PARA RETER OS ELEITORES DO COLÉGIO ELEITORAL.


ELEIÇÕES 2020: OS LEGISLADORES DO ARIZONA SOLICITAM RESOLUÇÃO PARA RETER OS ELEITORES DO COLÉGIO ELEITORAL.


 Em uma audiência pública no Arizona com membros selecionados da legislatura estadual e membros da equipe jurídica do presidente Donald Trump, os legisladores pediram que seus colegas apoiassem uma futura resolução que atrasaria a divulgação dos votos do Colégio Eleitoral do estado.


 O deputado estadual do Arizona, Mark Finchem, disse aos repórteres durante a audiência de 30 de novembro que eles esperam ter uma resolução "nas próximas 24 a 48 horas". O estado detém 11 votos do Colégio Eleitoral.


 Estamos recuperando nossos votos do Colégio Eleitoral, não vamos liberá-los ”, disse Finchem. “É isso que estou pedindo aos nossos colegas da Câmara e do Senado: exercer nossa autoridade plenária de acordo com a Constituição dos Estados Unidos.


 De acordo com Finchem, a mudança seria fácil de fazer e seria juridicamente vinculativa. (Não poderá ser alterada).


 Os advogados de Trump, Rudy Giuliani e Jenna Ellis, ao lado de testemunhas, apareceram na frente de membros do Legislativo do Arizona, alegando que ocorreram fraudes eleitorais consideráveis ​​no estado.  Eles também pressionaram para que a Câmara e o Senado estaduais de maioria republicana realizassem uma votação sobre a certificação da eleição.


 Durante a audiência, um especialista em segurança cibernética disse que o manual do usuário das máquinas da Dominion Voting Systems orienta os usuários sobre como se conectar à internet, e que as máquinas, usadas por vários estados, estavam conectadas à internet durante a eleição. (Isto não deveria ter acontecido. Há fortes indícios de que chineses e iranianos haquearam o sistema.) 


 “O manual do usuário da Dominion tem cerca de uma polegada e meia de espessura.  Minha equipe revisou o manual do usuário e olhou para todas as instâncias em que no manual do usuário, diz aos operadores para conectar os cabos Ethernet ao roteador, isto é, os sistemas estão conectados à Internet ”, disse Phil Waldron, um  especialista em segurança cibernética e coronel aposentado do Exército.


 Durante a audiência, um observador voluntário e trabalhador do condado de Pima, no Arizona, disse aos legisladores estaduais republicanos do Arizona que ela havia sido informada por funcionários eleitorais estaduais para permitir que votassem pessoas que não estivessem devidamente registradas para votar no Arizona no dia da eleição.


 Além disso, em 24 de novembro, o chefe do Partido Republicano do Arizona entrou com uma petição para a inspeção antecipada de envelopes e assinaturas.  A petição judicial contra os 11 eleitores presidenciais democratas do Arizona também busca a inspeção de cédulas duplicadas com seus originais no condado de Maricopa.


 Os dados atuais mostram que o candidato democrata à presidência Joe Biden está à frente de Trump por cerca de 11.000 votos no estado.


 No Arizona, grande parte da suposta fraude do estado tem a ver com o sistema de votação por correio, disse Giuliani.


Tradução e edição: Josimar Salum 

Fonte: The Epoch Times