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sábado, 5 de julho de 2025

O PLANO DE IMIGRAÇÃO DE TRUMP: ENTRE RETÓRICA, MEDIDAS DURAS E O PRAGMATISMO ECONÔMICO Josimar Salum

 


O PLANO DE IMIGRAÇÃO DE TRUMP: ENTRE RETÓRICA, MEDIDAS DURAS E O PRAGMATISMO ECONÔMICO


Josimar Salum — 5/7/2025


O debate migratório nos Estados Unidos segue intenso há décadas, mas ganhou contornos ainda mais dramáticos com a ascensão de Donald Trump em 2016. Seu discurso foi marcado por promessas duras de deportação e controle da fronteira, enquanto na prática reconhecia limites econômicos e logísticos para implementar deportações em massa.


No primeiro mandato, Trump apresentou o chamado “Four Pillars”, que previa:


• reforço da segurança de fronteira com US$ 25 bilhões para o muro e tecnologia;


• legalização para cerca de 1,8 milhão de DREAMers (DACA e elegíveis), com caminho à cidadania em 10 a 12 anos;


• fim do visto-loteria de diversidade;


• restrição de imigração familiar a cônjuges e filhos menores.


Esse pacote não avançou no Congresso, mas sintetizou a ideia de Trump: um endurecimento radical em troca de uma legalização muito restrita.


Deportar criminosos como prioridade


Desde 2016, Trump dizia que focaria em deportar criminal aliens, estimados por ele em 2 a 3 milhões de pessoas, embora números oficiais falassem em algo entre 820 mil e 1,9 milhão. Já em 2017, assinou a Executive Order 13768, ampliando o conceito de prioridade para infratores de menor gravidade, aumentando a pressão sobre comunidades imigrantes.


Muro e controle máximo


Trump insistiu que a fronteira deveria ser “resolvida” antes de qualquer regularização mais ampla. Além da construção do muro, reativou políticas como o “Remain in Mexico”, expandiu deportações sumárias (expedited removal) e chegou a cogitar uso do Exército na fronteira.


O dilema econômico: deportar ou sustentar a economia?


Apesar da retórica, Trump admitiu já em 2025 que deportações em massa estavam estrangulando setores inteiros: agricultura, hotelaria, construção civil. Cerca de 42% dos trabalhadores agrícolas entre 2020 e 2022 não tinham status migratório regular. Empresários, inclusive aliados republicanos, denunciaram riscos de colapso produtivo caso as deportações se ampliassem.


DREAMers como moeda de troca


Trump se mostrou disposto a legalizar DREAMers se o Congresso financiasse o muro e limitasse a imigração familiar. Porém, nenhum acordo definitivo avançou.


E os milhões de indocumentados?


Desde sempre, Trump reconheceu ser impossível deportar todos os 11 milhões de indocumentados (estimativa do Pew Research Center) sem abalar a economia. Seu plano não-oficial seguia etapas:


1. fechar a fronteira;


2. deportar criminosos;


3. reformar a imigração legal priorizando méritos;


4. negociar a situação dos DREAMers;


5. e depois, eventualmente, discutir soluções para os demais indocumentados.


No segundo mandato (a partir de 2025), Trump endureceu ainda mais o tom, aprovando a Laken Riley Act, que amplia detenções de imigrantes acusados de crimes, e lançando ideias polêmicas como o Trump Gold Card, oferecendo residência por US$ 5 milhões, além de usar Guantánamo como centro de detenção migratória temporária. Mesmo assim, a estrutura de deportação nos EUA — cerca de 5.500 agentes do ICE — não tem como executar uma remoção em massa de milhões de pessoas.


Quantos realmente são?


A conta oficial de 11 milhões data dos anos 2000 e se mantém repetida. Porém, após o aumento dos encontros na fronteira sob Biden, estudos do Center for Immigration Studies e do Princeton Policy Advisors projetam até 16 milhões de indocumentados em 2024.


Outro dado importante: o IRS já expediu cerca de 23 milhões de ITINs (número de contribuinte para quem não tem Social Security), dos quais 11 milhões estariam ativos. Como cerca de 30% a 40% dos indocumentados nunca pedem ITIN por medo ou informalidade, cálculos de Yale projetam até 22 milhões de pessoas sem status migratório.


Em síntese:


• 11 milhões (Pew) é conservador;


• 14–16 milhões (Migration Policy) é plausível;


• 18–22 milhões (Yale + ITIN) também é defensável como teto superior.


Um contingente populacional maior do que muitos países latino-americanos, que alimenta setores vitais da economia americana.


O Dignity Act: alternativa realista


Diante desse cenário, alguns parlamentares tentaram estruturar soluções mais pragmáticas, como o Dignity Act, apresentado pela deputada republicana María Elvira Salazar. O projeto prevê: 


• regularização condicional de indocumentados sem crimes graves, mediante trabalho e pagamento de impostos;


• criação de fundos para reforço da fronteira;


• um status legal imediato, mas green card ou cidadania apenas após 12 anos, evitando anistia imediata e incentivando integração gradual.


A maior oportunidade econômica?


Seja com Trump ou qualquer futuro presidente, a verdade é que integrar de forma planejada e segura até 20 milhões de trabalhadores indocumentados poderia ser o maior estímulo econômico da história dos EUA, muito além de qualquer pacote de infraestrutura.


Trabalhadores legalizados consumiriam mais, comprariam imóveis, abririam negócios e pagariam impostos de forma regular. O Center for American Progress estima que uma legalização completa poderia injetar até US$ 1,2 trilhão no PIB em dez anos.


Além disso, legalizar milhões de jovens e jovens adultos já inseridos no mercado de trabalho representaria uma solução estratégica não apenas econômica, mas social e demográfica, ajudando a sustentar o sistema de previdência e serviços de saúde, cada vez mais pressionados pelo envelhecimento acelerado da população americana.


Politicamente, existe o receio de que uma medida tão ampla seja rotulada como “anistia” e incentive novos fluxos ilegais. Mas se aliada a um sistema de fronteira seguro, com mecanismos efetivos para barrar futuras entradas irregulares, uma reforma migratória estruturada poderia ser altamente vantajosa e equilibrada.


Por isso, propostas como o Dignity Act, que combinam regularização imediata e cidadania apenas no longo prazo (após 12 anos), surgem como alternativas realistas para unir segurança fronteiriça e a necessidade de absorver milhões de imigrantes que já contribuem para a economia.


Em síntese, quem tiver coragem de liderar uma reforma migratória ampla, dentro de regras claras, seguras e sustentáveis, poderá ser lembrado como o presidente que promoveu o maior incentivo econômico, social e demográfico da história moderna americana.


segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

UM BALANÇO RESUMIDO DA ADMINISTRAÇÃO TRUMP / PENCE ENTRE 21 DE JANEIRO DE 2017 a 21 DE JANEIRO DE 2021. Josimar Salum


UM BALANÇO RESUMIDO DA ADMINISTRAÇÃO TRUMP / PENCE ENTRE 21 DE JANEIRO DE 2017 a 21 DE JANEIRO DE 2021. Josimar Salum


Donald Trump e Mike Pence lutaram firmemente contra o maior inimigo da humanidade, o Radicalismo islâmico, praticado por milhões e milhões de pessoas em todo o mundo. Em 6 meses de sua administração praticamente exterminaram mais de 30 mil integrantes do Estado Islâmico (ISIS) do territorio do Iraque e da Síria. 


Donald Trump e Mike Pence defenderam os valores pró-vida e pró-casamento - o casamento como uma união exclusiva entre um homem e uma mulher e somado a esta agenda nomearam três novos juízes na Suprema Corte comprometidos com a Constituição em seu significado original e com a restauração e preservação de nossas liberdades individuais. É o maior feito de sua administração. 


A administração de Donald Trump e Mike Pence implementou as medidas mais rigorosas possíveis dentro da Lei de todos os governos anteriores para a preservação da vida das crianças nos ventres de suas mães. 


Donald Trump e Mike Pence resgataram a liberdade dos indivíduos de expressarem os valores cristãos dentro do Governo federal e promoveram o resgate das comemorações e celebrações natalinas. A frase célebre de Trump: “Na América nós não adoramos o Governo, nós adoramos a Deus.” A administração deles se tornou um arauto pelas liberdades religiosas e externamente pela defesa dos cristãos e outros religiosos perseguidos no mundo. 


Donald Trump e Mike Pence promoveram a diminuição do Estado que tinha se tornado muito mais intrusivo e mais opressor durante o mandato de Obama e Biden (nos últimos 8 anos antes de Trump assumir).


Donald Trump e Mike Pence promoveram o combate mais rigoroso de toda a corrupção no Governo do país nas últimas décadas. Não houve nenhum caso de corrupção financeira neste Governo. Contudo, o “Deep State” precisa ainda ser vencido e o “swamp” (lamaçal) de Washignton drenado. 


Donald Trump e Mike Pence desenvolveram uma política externa pró-Israel jamais vista em toda a história. Combateram diplomaticamente com rigor as ameaças da Coreia do Norte, do Irã e da China e interviram na Síria. Reagiram com rigor diante da crise de refugiados da Síria e outros países do Norte da África protegendo os Estados Unidos. Não aconteceu nenhum ataque terrorista em solo americano durante seu mandato. Eles opuseram ao bolivarianismo da Venezuela e alinharam os Estados Unidos diplomaticamente com países aliados e exigiram dos países da OTAN aumentarem sua contribuição financeira para manterem a aliança.  


Donald Trump e Mike Pence combateram a imigração ilegal enquanto promovia o crescimento econômico do país que empregou e fez prosperar mais de 25 milhões de imigrantes indocumentados. Milhares de brasileiros entraram nos Estados Unidos nestes últimos quatro anos, especialmente famílias de jovens profissionais liberais abrigados com vistos de estudantes. 


Donald Trump e Mike Pence combateram as gangues de imigrantes como MS-13, reduziram o número de entrada de imigrantes ilegais pela fronteira com o México, construiu centenas de quilômetros do “muro” na fronteira como prometido e caminhou a passos largos para resolver a questão dos 25 milhões de imigrantes indocumentados no país. 


Entre 1993 e 2001, durante a presidência de Bill Clinton, cerca de 1.870.000 pessoas foram deportadas. Entre 2001 e 2008, durante a presidência de George W. Bush, cerca de 2,0 milhões de pessoas foram deportadas, enquanto entre 2009 e 2016, durante a presidência de Barack Obama, cerca de 3,2 milhões de pessoas foram  deportadas. Trump disse que seu governo deportaria até 3 milhões de imigrantes não autorizados com antecedentes criminais que vivessem nos Estados Unidos, mas segundo dados do próprio governo este número ficou bem abaixo. Não encontrei o número final oficial com este dado.


Donald Trump e Mike Pence renegociaram tratados econômicos com grandes blocos desenvolvendo uma política econômica em todos os níveis de defender os interesses americanos em primeiro lugar: “America First.” Renegociaram com a China e reduziram drasticamente o déficit da balança comercial entre os dois países. Não iniciaram nenhuma nova guerra em seu mandato. As acusações de conluio de sua campanha com a Rússia foram provadas falsas por Robert Müller, depois de dois anos. Muller é o procurador que liderou a investigação com outros 17 advogados pró-democratas. 


Em apenas quatro anos aconteceu o maior crescimento econômico como resultado do fomento do empreendedorismo, da proliferação de pequenos negócios e praticamente o fim do Obama Care (extremante custoso para a classe média, um desastre mesmo). Índices de desemprego foram os menores em décadas e décadas não somente no geral, mas entre pretos, mulheres, asiáticos, hispanos e altos índices de melhoria de vida para toda a população. Fez uma reforma econômica com o maior corte de imposto de renda de toda a história. 


Donald Trump combateu a “pandemia” nos Estados Unidos incialmente em Janeiro de 2020 quando veio à tona desde o simples passo de fechar a “fronteira” com a China e a implementação de todas as medidas econômicas, administrativas, sanitárias e sociais que seguiram. Não foi a favor do lockdown horizontal praticado especialmente por todos os governadores democratas no país. 


Por tudo isto Donald Trump já é considerado um dos presidentes mais importantes de toda a história da República americana

segunda-feira, 26 de outubro de 2020

ELEIÇÕES DE 2020, LATINOS E O DILEMA DE IMIGRAÇÃO. Dr. Roberto Miranda.



LEIÇÕES DE 2020, LATINOS E O DILEMA DE IMIGRAÇÃO 

Dr. Roberto Miranda 

Trad. Josimar Salum


Muitos crentes sensíveis e sinceros não conseguem entender o que a Bíblia ensina: Que em um mundo caído e pecador, todos os governos são injustos.  Em última análise, o Partido Democrata é tão pecaminoso e injusto quanto o Partido Republicano.


Quando submetido a uma análise objetiva e completa, nenhuma das partes pode alegar estar claramente do lado da justiça social no que diz respeito às questões que atualmente nos afetam na América moderna.


Muitos cristãos ingênuos foram seduzidos por essa ideia de que o Partido Democrata é o partido da justiça social e do respeito pelos pobres, enquanto o Partido Republicano é o partido do privilégio branco e das elites financeiras.  Mais uma vez, devemos olhar além das plataformas partidárias vazias e da retórica política e, em vez disso, examinar ações e políticas e práticas reais.

 

O fato é que o Partido Democrata não detém o monopólio da justiça social.  Nem o Partido Republicano carrega exclusivamente a vergonha de reservar a injustiça social para si. Há muita injustiça e corrupção no sistema político americano para todo lado.


  Sobre a questão da imigração, por exemplo, as políticas e o histórico do Partido Democrata não são tão claros quanto eles próprios afirmam a respeito de sua retórica.  No governo de Barack Obama, as crianças imigrantes também foram separadas de seus pais e colocadas nas chamadas gaiolas.  Na verdade, é sabido que isso também aconteceu no governo Bush.  A administração de Donald Trump não iniciou essa prática e muito provavelmente ele não será o último a se envolver nela.


 Também é do conhecimento comum agora que o governo Obama era bastante zeloso na deportação de imigrantes sem documentos.  Em 2006, os senadores Obama e Hillary Clinton, assim como o próprio Bill Clinton, falaram muito clara e publicamente sobre estrangeiros sem documentos tirando empregos de cidadãos americanos.  A retórica pode ser diferente entre as partes, mas os resultados reais foram praticamente os mesmos.


 Diferentes administrações políticas surgiram e desapareceram, mas a situação dos imigrantes sem documentos permanece a mesma.


 Os políticos executam todos os tipos de manobras complexas e sutis, mas no final todos eles se curvam aos expedientes da política eleitoral, o poder dos sindicatos, as reivindicações concorrentes das minorias étnicas, as paixões e demandas flutuantes das massas, e uma submissão conveniente às  as questões candentes do momento.


 Quando os latinos se aliam cegamente ao Partido Democrata sem perder tempo separando criticamente a retórica das políticas reais, eles estão ingenuamente sucumbindo à demagogia.


 O fato é que os democratas tiveram várias oportunidades claras de acabar com o sofrimento de milhões de imigrantes indocumentados que vivem na América.  Cada vez, eles encontraram uma maneira de ofuscar e complicar a questão, para transferir a culpa e habilmente para esconder o fato de que, por enquanto, estão tão indispostos quanto os republicanos para resolver a trágica situação dos imigrantes indocumentados neste  país.


 Por fim, acrescentarei também, para fins de clareza e integridade, minha convicção de que, em algum ponto em um futuro não muito distante, os Estados Unidos serão forçados a lidar com o fato de que provavelmente haja mais de 20 milhões de imigrantes sem documentos neste país.


 Na maioria das vezes, não irão a lugar nenhum tão cedo.  Eles estão aqui para ficar.  E para mantê-los para sempre em um estado de limbo, eles e seus filhos cheios de medo e incerteza sobre o futuro, é absolutamente cruel e mesquinho.  Algo precisa ser feito com essas massas infelizes, e não é construir grandes navios cargueiros e mandá-los de volta aos seus países de origem!


 São indivíduos espiritualmente sensíveis, trabalhadores, amantes da América, orientados para a família e culturalmente ricos, que são profundamente gratos a esta nação e que representariam a maior dose de vitalidade criativa e espiritual que a América recebeu em muito tempo.  Isto é, se eles pudessem se tornar participantes de pleno direito na vida desta nação, e recebessem um caminho para o voto e a cidadania.


 Conservadora, a América cristã presta-se a si mesma um enorme desserviço ao impedir que essas massas, que representam precisamente os valores pelos quais lutamos, se tornem uma influência poderosa no destino espiritual desta nação.


 Mesmo quando primeiro procuramos proteger nossas fronteiras e instituir uma política de imigração clara e bem definida, também devemos começar a planejar como resolver de uma maneira humana e generosa esta das mais importantes questões sociais e políticas.


 A ideia de que se um crente votar no Partido Republicano nessas eleições, ele ou ela está fazendo um pacto com o diabo é, na melhor das hipóteses, ingênua.  E a convicção de que, se ele ou ela votar no Partido Democrata, eles estão claramente apoiando os princípios da justiça social é igualmente injustificada e simplista.


 Novamente, o entendimento de Deus sobre justiça social é muito mais complicado e elusivo do que nossos esquemas simplistas podem admitir.


 Fico maravilhado com esses crentes modernos que, de alguma forma, não conseguem encontrar uma maneira bíblica de encaixar Donald Trump nos caminhos desse Deus misterioso a quem servimos.


 Sobre a questão da justiça, Deus pensa em termos de milênios, não anos.  Nas longas crônicas da justiça de Deus, Donald Trump é um mero asterisco, uma nota de rodapé insignificante, quase invisível, na longa narrativa de Deus sobre a história humana.


 Não devemos idolatrar Trump, nem atribuir a ele o poder de reverter sozinho o triste estado moral desta nação.  Não devemos demonizá-lo ou considerar seu tipo particular de política e liderança como definitivo.


 Donald Trump deve ser considerado pelos cristãos americanos como uma mera conveniência temporária, um remédio um tanto amargo e caro que fornece tempo suficiente para o corpo americano em decadência se recuperar parcialmente, para reforçar nosso andaime institucional e para nos dar tempo suficiente para outras influências mais gentis  para tomar o seu lugar.


 O tabuleiro de xadrez de Deus é feito de um número quase infinito de peças e, às vezes, Ele faz movimentos de sacrifício que, em última análise, são necessários para a vitória final de Seu Reino que a Bíblia profetiza.


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sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Posição Final de Trump/Pence sobre Imigração.


Donald Trump leu sua posição conclusiva sobre imigração de seu Plano de Governo "Faça a América Grande Novamente." (Make America Great Again)

Leia isto direito! Respire fundo e leia com atenção! Esqueça tudo o que você já ouviu, se quiser. Mas esta é a posição oficial a partir de 31/8/2016:

"Vamos tratar todos os que vivem ou residem no nosso país com dignidade. Nós vamos ser justos, justos e compassivos para com todos. Mas a nossa maior compaixão deverá ser para com os cidadãos americanos."

"Mas se nós vamos fazer o nosso trabalho de sistema de imigração funcionar, então temos de estar preparados para falar honestamente e sem medo sobre estas questões importantes e sensíveis.

Por exemplo, nós temos que ouvir as preocupações que os trabalhadores têm sobre o ritmo recorde de imigração e seu impacto sobre os seus empregos, salários, condições de habitação, escolas, pagamentos de impostos, e de vida. Estas são preocupações válidas, expressas pelos cidadãos decentes e patrióticos de todas as origens.

Nós também temos que ser honestos sobre o fato de que nem todo mundo que procura juntar-se nosso país será capaz de assimilar com sucesso. É nosso direito como nação soberana escolher imigrantes que achamos que são o mais prováveis a prosperar e florescer aqui.

Depois, há a questão da segurança. vidas americanas inocentes incontáveis ​​foram roubadas, porque os nossos políticos falharam no seu dever de proteger nossas fronteiras e fazer cumprir nossas leis.

"Em alguns anos, quando nós realizarmos todos os nossos objetivos de aplicar as leis vigentes  - e verdadeiramente terminar  a imigração ilegal para o bem, incluindo a construção de um grande muro, e o estabelecimento de nosso novo sistema de imigração legal.

Então e só então, estaremos em posição de considerar a disposição adequada dos que permanecem. Essa discussão só poderá ter lugar numa atmosfera em que a imigração ilegal é uma memória do passado, permitindo-nos pesar as diferentes opções disponíveis com base nas novas circunstâncias do momento ".

Quem permanecerá? Todos os imigrantes sem documentos, exceto os criminosos, ladrões, aqueles que se recusam a pagar seus impostos de renda, o que é crime também.

Em outras palavras, irá deportar todos os imigrantes criminosos, ampliar os programas de imigração legal de mão de obra necessária para setores da economia, admitir refugiados depois de uma análise extrema para receber os que realmente querem assimilar os nossos valores, depois de implantar um novo sistema de imigração legal em que julgaremos os candidatos se realmente terão sucesso nesta nação e impedir a permanência ilegal dos novos que entrarem ilegalmente. 

Por favor, uma dica "very smart." Venha ao meu escritório. Vou ajudá-lo a pagar legalmente menos imposto de renda como Trump faz.

Rev. Josimar Salum

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Posições Oficiais de Charlie Baker & Martha Coakley sobre Imigração e Carteira de Motorista

I


IMIGRAÇÃO:

"Charlie Baker reconhece as contribuições importantes que imigrantes fizeram e continuam a fazer para a qualidade de vida em Massachusetts. 

Mesmo que a imigração continua a ser em grande parte uma questão federal, Charlie acredita que nossos oficiais eleitos em Washington têm a responsabilidade de reformar esse sistema, ao mesmo tempo garantir nossas fronteiras e proteger nossa segurança nacional. 

Charlie apoia o programa federal Comunidades Seguras (Safe Communities) para priorizar a remoção de imigrantes indocumentados que tenham cometido crimes ou representem uma ameaça para a segurança pública. (Este é o contexto)

Além disso, Charlie acredita que o Commonwealth deve adotar as normas do Real ID para tratar uma variedade de práticas, comércio e preocupações de segurança pública."

CARTEIRA DE MOTORISTA:

Baker disse que é contra a concessão de "carteiras de motorista para imigrantes ilegais." Por que? "Ninguém jamais foi capaz de explicar como você pode documentar e verificar alguém que é indocumentado", disse Baker.

Martha Coakley semanticamente disse que iria "ver" (to look) para conceder Carteira de Motorista."

Em inglês sua expressão não significou nada. “To look” é o mesmo que dizer "vamos ver." Sem se comprometer a nada. 

Eu pessoalmente propus a Karyn Polito um meio para verificar e documentar (com a Carteira de Motorista) quem é indocumentado, claro, o individuo treinado, apto a dirigir e aprovado pelo RMV-Registry of Motor Vehicles. 

Todo imigrante indocumentado e seus filhos com idade apropriada seriam "verificados" pela sua Declaração de Imposto de Renda. Fromulário 1040. Que deverá estar em dia. Todo ano deverá pagar seus impostos e renovar sua Carteira pelo pagamento de uma taxa sem exploração.

Se o IRS (Receita Federal) concedeu o ITIN - Numero de Identificação de Contribuinte Fiscal, ou seja, para obter o ITIN foi devidamente identificado e com o número declara seu imposto de renda a nivel federal e estadual deve assim ter o direito de "tirar" sua Carteira de Motorista e ter direito a benefícios de "tuitions", de atendimento de saúde e outros de qualquer contribuinte.

Se o imigrante pode declarar seu imposto, abrir sua empresa, comprar um carro pode com certeza ter o direito a Carteira de Motorista.

A mesma proposta eu apresentei pessoalmente a candidata Martha Coakley que respondeu apenas que irá, se eleita, "indicar uma pessoa para trabalhar com seu gabinete nestes assuntos".

Vale enfatizar que o dano maior que uma eventual eleição de Martha Coakley causará a toda a população do Estado, seja documentada ou não, é o aumento abusivo de Impostos. 

Martha Coakley sobre imigração:  

"Martha entende os desafios enfrentados pela comunidade imigrante em Massachusetts. Ela tem trabalhado em estreita colaboração com a comunidade para tratar eficazmente problemas como a violência doméstica e as gangues, e para proteger os trabalhadores sejam explorados, independentemente do seu status. Martha tem consistentemente expressado seu apoio à reforma abrangente da imigração no nível federal, mas com Washington irremediavelmente engarrafado, Martha entende que precisamos explorar soluções estaduais para os desafios persistentes que enfrentam os membros da comunidade imigrante e nosso estado."

Novamente só discurso! 

Como Attorney General não é nenhuma vantagem que tenha tratado com problemas de violência doméstica e outros independente do status imigratório das vítimas. É sua obrigação legal! 

Alías, o único pais do mundo que oferece proteção constitucional a qualquer pessoa em seu solo além de seus cidadãos é os Estados Unidos.

Quanto a Washington vamos lembrar que é seu Partido Democrata juntamente com um Presidente democrata que nunca fez nada para resolver as questões imigratórias e nem a questão da segurança nas fronteiras, mesmo quando nos dois primeiros anos tinham a maioria nas duas Casas Legislativas Federais. 

E vale salientar que foram os deputados e senadores democratas que eram a maioria a nivel estadual que não passaram nenhuma lei favorável aos imigrantes. E afinal, foi o representante maior de seu partido, Presidente Obama, quem deportou mais imigrantes que qualquer outro presidente na história recente da nação.

Josimar Salum
josimar.salum@gmail.com

Fontes:

Meu testemunho pessoal: 

Rev. Cleverson Antonio ouviu minha conversa pessoal com Karyn Polito. 

Várias pessoas estavam presentes ao encontro que participamos com Martha Coakley antes das primárias patrocinado pela Rev. Sarai Rivera, vereadora em Worcester.

Clique nos links:





quinta-feira, 23 de maio de 2013

‘GANG DOS 8’ APROVA REFORMA QUASE SEM MUDANÇA

A HORA DA NOTÍCIA INFORMA:

Numa decisão surpreendente, hoje (22/5/20130 o Comitê Judiciário do Senado aprovou o plano de reforma imigratória da ‘Gang dos 8’. 

Quem são os membros da Gang dos 8? São 4 (quatro) Republicanos e 4 (quatro) Democratas


Ainda não é o final do processo de aprovação da reforma, mas é um passo importante em direção ao fim. 

A votação foi 13 a favor da reforma e 5 republicanos contra. (Dos treze que votaram a favor três são republicanos.)

Agora o projeto vai ter uma votação de todo o Senado, com 100 senadores, que deve ocorrer no começo de junho. 

Depois o projeto segue para a Câmara, onde a oposição dos republicanos é maior. Leia abaixo quais os pré-requisitos para quem deseja se legalizar nos EUA: 

1) A legalização vai começar até 6 meses depois da reforma ser aprovada, e só se o Departamento de Segurança Nacional “desenvolver planos” de segurança na fronteira, incluindo projeto de criação de novas cercas; 

2) Todo imigrante que entrou nos EUA antes de 31 de dezembro de 2011 – e não cometeu nenhum crime, e nem 3 infrações leves (como dirigir bêbado, bater na esposa etc.) vai ter chance de aplicar para status legal provisório. 

3) Para isso, tem pagar US$ 500 de multa, submeter a checagem de histórico criminal, também paga pelo imigrante; 

4) Depois de aprovado, o imigrante receberá um visto provisório de 6 anos, dando o direito de morar, trabalhar e viajar para fora do país por até 180 dias; 5) Pessoas que foram deportadas por razões que não foram criminais, poderão entrar de volta nos EUA, se tiverem um filho ou pai, que seja cidadão ou residente permanente. Uma emenda aprovada foi dar o direito do deportado de voltar aos EUA se quando ele entrou aqui no pais ele era uma criança. 

6) O visto provisório será renovado apos 6 anos, mediante o pagamento de nova multa de US$ 500. Durante esse período, o imigrante não poderá ter beneficio do governo, e nem incentivo de cortes de impostos ; 

7) No entanto, após 10 anos de visto provisório, o imigrante vai poder aplicar para a residência permanente, se: estiver com impostos quitados (do período de 10 anos), pagar multa de US$ 1.000, aprender inglês e tiver emprego que possa sustenta-lo. 

Além disso, a segurança na fronteira vai ter que ser comprovada antes do imigrante ter a residência permanente. A cidadania viria depois de 3 anos. 

Os imigrantes que vieram para os EUA quando crianças, vão ter o direito de aplicar para o green card em 5 anos, e depois disso, imediatamente, aplicar para a cidadania americana.

Escute A Hora da Notícia sobre um Resumo do que foi votado no Comitê do Judiciário ontem dia 22/05/2013